Conecte-se

Ideias

#CULTURA

Fernanda Takai: "Tão bom pensar que hoje a gente tem renascido o ministério da Cultura"

A cantora cita o sucesso mundial do K-pop da Coreia do Sul para mostrar que investimentos na cultura não apenas trazem diversidade para o mundo da música , como dão frutos

Deborah Berlinck, para Headline Ideias
#CULTURA19 de abr. de 233 min de leitura
Deborah Berlinck, para Headline Ideias19 de abr. de 233 min de leitura

A cantora, compositora e escritora Fernanda Takai já gravou com Andy Summers, o famoso guitarrista do grupo inglês Police. Mas não foi o rock dela que atraiu o inglês: foi a sua brasilidade – a voz suave na forma de cantar e o ritmo da bossa nova.  Summers também produziu o terceiro disco da cantora, "Fundamental", de 2012.

“ Quando era jovem, eu imaginava que se eu fosse tocar com o The Cure, Duran Duran ou com o Police, fosse porque eu fazia um rock ou um pop, talvez até em inglês. E que eles falariam assim: 'nossa, olha essa cantora de rock do Brasil'. E na real, o que os outros buscam na gente é justamente o que a gente tem de diferente deles”, diz Fernanda Takai. 

A cantora cita o sucesso mundial do K-pop da Coreia do Sul para mostrar que investimentos na cultura não apenas trazem diversidade para o mundo da música , como dão frutos. E defende o mesmo para o Brasil. "Nós somos muito competentes culturalmente. A gente precisa mostrar isso para o mundo", diz.

Fernanda Takai é a convidada especial nesta quarta-feira, 19, do programa de entrevistas Eu Vi o Mundo,  comandando pelos cientistas políticos Dawisson Belém Lopes (UFMG) e Guilherme Casarões (FGV- EAESP). O programa é apresentado com exclusividade por Headline.

Durante uma hora de entrevista, Takai, que nasceu no Amapá, mas há anos está radicada em Minas Gerais, conta sua trajetória no grupo Pato Fu, suas experiências internacionais e de vida.

Ouça a versão em podcast:

Um olhar brasileiro

Eu Vi o Mundo é um programa de entrevistas. Em conversas com personalidades do meio político, cultural, científico e esportivo, Dawisson Belém Lopes e Guilherme Casarões mergulham no universo das mais variadas personalidades, buscando "discutir, iluminar e compreender grandes questões internacionais a partir do olhar brasileiro".

O título do programa foi inspirado na obra do pintor modernista pernambucano Cícero Dias. A série de entrevistas se beneficia da experiência acadêmica dos seus idealizadores, que se dedicam há duas décadas ao ensino acadêmico e à pesquisa sobre temas de relações internacionais e política externa brasileira. Exibido em Headline, a série de 15 episódios tem divulgação em mídias sociais, como Facebook, Instagram e Twitter.

Esta é a segunda temporada do programa, que passou a ser publicado em janeiro por Headline Ideias. A estreia foi com Luis Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois, os cientistas políticos entrevistaram o filósofo e líder indigenista Ailton Krenak, a embaixadora Irene Vida Gala, presidente da recém-fundada Associação de Mulheres Diplomatas Brasileiras, o jornalista esportivo Juca Kfouri, o escritor e cineasta João Paulo Cuenca, a jornalista Patrícia Campos Mello, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a diretora-executiva da Anistia Internacional, Jurema Werneck e professor de direito constitucional da USP, Conrado Hübner Mendes, o ex-governador do Distrito Federal e ex-senador Cristovam Buarque, a antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz, o jornalista Sérgio Utsch e o ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.

#CULTURA
MÚSICA
EU VI O MUNDO
FERNANDA TAKAI